Qual é a taxa de sucesso do tratamento do vaginismo?

Qual é a taxa de sucesso do tratamento do vaginismo?

 

O vaginismo é altamente tratável. Quando a paciente segue um programa vigoroso, o resultado do tratamento é quase sempre positivo e favorável, com resolução completa.

Taxas De Sucesso Do Tratamento De Vaginismo

Taxa

Estudo Independente Citado

100% Biswas & Ratnam, 1995
Quase 100% Butcher, 1999
98-100% Masters & Johnson, 1970
97.7% Schnyder, Schnyder-Luthi, Ballinari, & Blaser, 1998
95% Katz & Tabisel, 2002
91.42% Nasab & Faroosh, 2003
87% Scholl, 1988
75-100% Estudos citados em Heiman, 2002

 

Sucesso Do Tratamento

O vaginismo é considerado a disfunção sexual feminina com melhores resultados de tratamento. Muitos estudos mostram que as taxas de sucesso do tratamento são de quase 100%. A abordagem de autoajuda é baseada em ampla pesquisa sobre as causas e o tratamento do vaginismo e inclui um processo completo de 10 etapas com soluções práticas e fáceis de seguir. Esta abordagem tem sido usada, com bons resultados, por milhares de mulheres e profissionais da área médica.

A tabela acima cita algumas das estatísticas clínicas publicadas sobre o sucesso geral do tratamento de vaginismo. Os dados estatísticos clínicos do sucesso do tratamento varia conforme o estudo, mas quase todos os estudos independentes mostram altas taxas de sucesso. A metodologia do tratamento clínico envolve principalmente o uso de uma combinação de exercícios de dessensibilização e instruções comportamentais. As porcentagens listadas representam a porção de mulheres capazes de ter intercurso sexual com penetração após o tratamento. Embora existam alguns fracassos, eles geralmente são atribuídos a casais que desistem ou não concluem o tratamento. Para casais que concluem o tratamento, o resultado é quase sempre positivo e favorável, com resolução completa.

 

Referências bibliográficas

  1. Biswas, A., & Ratnam, S. (1995). Vaginismus and outcome of treatment. Ann Acad Med Singapore, 24(5), 755-758.
  2. Butcher, J. (1999). ABC of sexual health: Female sexual problems II: Sexual pain and sexual fears. BMJ, 318, 110-112.
  3. Heiman, J. (2002). Sexual dysfunction: Overview of prevalence, etiological factors, and treatments. J Sex Res, 39(1), 73-78.
  4. Katz, D., & Tabisel, R. (2002). Private pain: It’s about life, not just sex. Plainview, NY: Katz-Tabi Publications.
  5. Masters, W., & Johnson, V. (1970). Human sexual inadequacy. Boston: Little, Brown & Co.
  6. Nasab, M., & Farnoosh, Z. (2003). Management of vaginismus with cognitive-behavioral therapy, self-finger approach: A study of 70 cases. IJMS, 28(2), 69-71.
  7. Schnyder, U., Schnyder-Luthi, C., Ballinari, P., & Blaser, A. (1998). Therapy for vaginismus: In vivo versus in vitro desensitization. Can J Psychiatry, 43(9), 941-44.
  8. Scholl, G. (1988). Prognostic variables in treating vaginismus. Obstet Gynecol, 72, 231-35.

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